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Hoteis Suécia - Sobre Suécia A Suécia (em sueco:Sverige), oficialmente Reino da Suécia (em sueco: Konungariket Sverige), é um país nórdico, localizado na Península Escandinava na Europa Setentrional. A Suécia divide fronteiras terrestres com a Noruega, a oeste, e com a Finlândia, a nordeste, além de estar ligada à Dinamarca através da Ponte do Øresund, no sul.
Com 450.295 km², a Suécia é o terceiro maior país da União Europeia em termos de área e possui uma população total de cerca de 9,2 milhões de habitantes. A Suécia tem uma baixa densidade populacional, com cerca de 21 habitantes por quilômetro quadrado, mas com uma densidade consideravelmente maior na metade sul do país. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas e espera-se que este número aumente gradualmente com a urbanização que ainda está em curso. A capital e maior cidade da Suécia é Estocolmo (com uma população de 1,3 milhões na área urbana e de 2 milhões na área metropolitana). A segunda e terceira maiores cidades da Suécia são Gotemburgo e Malmö.
A Suécia é uma monarquia constitucional com um sistema parlamentar de governo e é uma economia altamente desenvolvida. O país ocupa o primeiro lugar do mundo no Índice de democracia, feito pela revista estadunidense "The Economist", e o sétimo lugar no Índice de Desenvolvimento Humano da ONU. O país é membro da União Europeia desde 1 de Janeiro de 1995 e também é membro da OCDE.
A Suécia emergiu como um país independente e unificado durante a Idade Média. No século XVII o país expandiu seus territórios para formar o Império Sueco. A maior parte dos territórios conquistados fora da Península Escandinava foram perdidos durante os séculos XVIII e XIX. A metade oriental da Suécia, o que hoje é a Finlândia, foi perdida para a Rússia em 1809. A última guerra na qual a Suécia esteve diretamente envolvida foi em 1814, quando a Suécia forçou por meios militares a Noruega a se juntar ao país e criar o Reino da Suécia e Noruega, uma união que durou até 1905. Desde então, a Suécia ficou em paz, com a adoção de uma política externa não-alinhada em tempos de paz e de neutralidade em tempo de guerra.
Descobertas arqueológicas comprovam que a área hoje compreendida como Suécia já era povoada durante a Idade da Pedra, quando o gelo resultante da última glaciação recuou. Aparentemente, os primeiros habitantes eram povos caçadores e coletores que viviam da pesca no Mar Báltico.
Algumas evidências apontam que o sul da Suécia era densamente povoado durante a Idade do Bronze, pois foram encontradas ruinas de grandes comunidades comerciais.
Durante os séculos IX e X, a cultura viking prosperou na Suécia, com o comércio. A invasão dirigiu-se em primeiro lugar para o oriente, na direcção dos Estados Bálticos, Rússia e do Mar Negro.
Em 1389, os três estados escandinavos (Noruega, Suécia e Dinamarca) estavam unidos sob um único monarca. A União de Kalmar começou como uma união pessoal, não política e quando, no século XV, se tentou centralizar o poder no rei dinamarquês, a Suécia resistiu chegando mesmo a uma rebelião armada. A Suécia separou-se em 1523, quando Gustav Eriksson Vasa, conhecido mais tarde por Gustavo I da Suécia restabeleceu a separação da Coroa Sueca da união.
No século XVII viu-se a Suécia tornar-se uma das principais potências européias, devido ao sucesso da participação na Guerra dos 30 anos, iniciada pelo Rei Gustavus Adolphus. Esta posição iria desmoronar-se no século XVIII, quando a Rússia conquistou os reinos da europa do norte na Grande Guerra do Norte e, eventualmente, quando em 1809 houve a separação da parte oriental da Suécia, criando-se assim a Finlândia, como um grão-ducado russo.
A história recente sueca tem sido pacífica, pois a última guerra foi a Campanha Contra a Noruega (1814), que estabeleceu uma união dominada pela Suécia. Esta união dissolveu-se pacificamente em 1905, apesar de ameaças de guerra. A Suécia foi um país neutro durante a Primeira e a Segunda Guerra Mundial (com uma pequena excepção, a Guerra de Inverno). Continuou a não se posicionar durante a Guerra Fria e hoje não faz parte de nenhuma aliança militar embora tenha participado de treinos militares da OTAN.
Apesar da sua latitude setentrional, grande parte da Suécia beneficia de um clima temperado, principalmente devido à influência da corrente do Golfo. No sul da Suécia, árvores de folha larga são prolíficas, e no norte são os pinheiros e os vidoeiros que dominam a paisagem. Nas montanhas do norte da Suécia, predomina um clima subártico. A norte do Círculo Polar Ártico, o Sol nunca se põe durante o verão, e no inverno a noite não tem fim.
A leste da Suécia, estendem-se o mar Báltico e o golfo de Bótnia, o que dá ao país uma longa linha de costa e contribui para suavizar ainda mais o clima. A oeste ergue-se a cadeia montanhosa da Escandinávia, que separa a Suécia da Noruega.
A parte sul do país é em boa parte ocupada pela agricultura, com as florestas cobrindo uma porcentagem maior do terreno à medida que se avança para o norte. A densidade populacional também é mais elevada no sul da Suécia, com centros no vale do lago Mälaren e na região de Öresund.
Gotland e Öland são as duas maiores ilhas da Suécia.
A Suécia é geralmente plana a sul e este, e o seu ponto mais alto é o monte Kebnekaise, no município de Kiruna (2 117 m de altitude).
Em 2008 a população total estimada da Suécia é de 9.234.209 habitantes. A população superou os 9 milhões de habitantes pela primeira vez aproximadamente em 12 de agosto de 2004 de acordo com o Statistika centralbyrån. A densidade populacional é de apenas 20,6 habitantes por km² e é substancialmente mais elevada no sul e que no norte. Cerca de 85% da população vive em áreas urbanas. A capital Estocolmo tem uma população de aproximadamente 800.000 (com 1,3 milhões na área urbana e 2 milhões na área metropolitana). A segunda e terceira maiores cidades são Gotemburgo e Malmö.
Etnias: Além dos suecos, os finlandeses são a maior das minorias da Suécia, principalmente próximo à fronteira com a Finlândia. Outra importante minoria são os lapões, também chamados sami.
Língua: O Sueco é desde julho de 2009 a língua oficial da Suécia, sendo falado pela maioria da população. As línguas sami, finlandesa, iídiche, romani e meänkieli são oficiais em algumas regiões.
Em 2008 cerca de 73% da população do país se declararam pertencentes a Igreja Luterana Sueca, uma igreja protestante com adaptações suecas. Os católicos representam cerca de 1,9% e os cristãos evangélicos pentecostais, cerca de 1%. Outras religiões (islamismo, judaísmo, igreja ortodoxa e outras), somadas, dão cerca de 11%.
A Suécia proclama frequentemente a sua longa tradição de apoio aos direitos humanos, onde se destaca um papel tácito de consciência moral do Ocidente.
Apoiou desde muito cedo as lutas independentistas dos povos colonizados e a frente mundial contra o sistema de apartheid na África do Sul. Foi o primeiro país ocidental a reconhecer a independência da colónia portuguesa da Guiné-Bissau, declarada unilateralmente pelo PAIGC em 24 de setembro de 1973. A hostilidade para com o regime ditatorial português – protagonizado por Salazar desde a sua nomeação como Presidente do Conselho em 1932 até à retirada por motivos de saúde em 1968, e pelo seu sucessor, Marcelo Caetano, entre 1968 e 1974 – foi um dos pontos principais da política externa do primeiro-ministro sueco Olof Palme, suplantado apenas pela sua oposição à intervenção norte-americana no Vietname.
Já em meados dos anos 1960, um jornal de Estocolmo publicara a foto de um bairro de barracas na capital portuguesa, sublinhando que Lisboa era assim… e só assim.
Em 1970, Palme deslocou-se à Zâmbia, país que apoiava a guerrilha nacionalista da Frelimo contra a administração colonial portuguesa em Moçambique, e, a umas dezenas de metros da fronteira moçambicana, pronunciou um discurso dramático, nos termos do qual a liberdade e a decência terminariam naquele ponto e a partir dali começariam o horror e a vergonha. Ora, a Zâmbia, país paupérrimo, constituía um dos exemplos mais flagrantes de corrupção na África Negra: o presidente Kenneth Kaunda, que a governava em regime de partido único (ainda que matizado sob a designação de «humanismo»), era conhecido pela sua imensa fortuna pessoal.
Em Maio de 1977, sendo Moçambique governado ditatorialmente desde a independência, dois anos antes, pela marxista-leninista Frelimo, Olof Palme presidiu no Maputo a uma conferência sobre o apartheid e a situação dos direitos humanos na África Austral. Eufórico, classificava de campeão da liberdade o presidente Samora Machel, enquanto, nesse preciso momento, grassava em Moçambique uma campanha de intimidação, no âmbito da qual as pessoas eram detidas, não raro sem motivo aparente, e torturadas nas antigas prisões políticas coloniais «recicladas», como o complexo penitenciário da Machava, quando não abandonadas à sua sorte nos «campos de reeducação» das selvas do Norte e do Centro do país.
A Suécia é uma monarquia constitucional parlamentarista, sendo que o poder do rei foi paulatinamente reduzido. A constituição de 1974 restringiu a atuação da realeza a funções cerimoniais, mas o rei conserva ainda a função de chefe de Estado. A sociedade e a opinião pública sueca nunca expressaram um forte desejo pela instalação de uma república, porém o Partido Social-Democrata e o Partido de Esquerda mantêm, em suas propostas políticas, a abolição da monarquia.
Há também partidos de extrema-direita que têm ganhado uma certa popularidade. O Partido Democrata Sueco (Sverigedemokraterna), que conseguiu eleger vários representantes nas eleições locais principalmente no sul da Suécia, e o Partido Nacional-Democrata (Nationaldemokraterna) com assento em dois municípios.
Os Suecos têm uma grande preocupação com as causas ambientais, com leis rígidas em relação a este, por isso há grande cuidado com as florestas em sua maioria temperada e de pinheiros. Um exemplo dessa preocupação é que na indústria madeireira cada árvore cortada é compensada por mais quatro mudas, fazendo com que em cem anos a Suécia já tenha dobrado o número de hectares de florestas. Sendo que as maiores florestas estão presentes na parte norte, a mais fria, e central do país. Ao mesmo tempo 3% do faturamento dessas indústrias madeireiras visa para pesquisas de tecnologias ambientais e de energias limpas.
No País há uma grande precaução em relação ao Mar Báltico, que representa muito para a economia sueca , assim como representou muito no passado,e banha a maioria do litoral do país. Os suecos são os maiores defensores dessas águas, com algumas partes já poluídas a mu itos anospelos dejetos indústriais e humanos de alguns países como Polônia e Rússia, que pela intervenção sueca e pela reclamação dos amientalistas locais estão achando métodos de tratamento em vez de buscar o mar como saída.
A Suécia, assim como o resto da Escandinávia tem uma grande quantidade de lagos, principalmente no sul com o Vanern, o Vatern e o Malaren, e os maiores rios estão na parte central e norte, sendo que descem dos montes escandinavos e desaguam no Mar Báltico. Os habitantes e o governo, com grande preocupação deixam as águas internas suecas com um índice mínimo de dejetos humanos, agrícolas ou ou industriais. O que favorece o abastecimento. Porém um problema que vem atingindo os lagos suecos assim como a parte sul do país são as chuvas ácidas, sendo que o dióxido de enxofre vindo nas massas de ar, da Alemanha e França, fazem alguns estragos na Suécia, fazendo ela pagar o preço da poluição dos outros países mais ao sudoeste, como os já citados.
As indústrias suecas possuem mecanismos que diminuem drasticamentea emissão de gases poluentes. O governo oferece empréstimos às empresas para que se adequem as leis ambientais. O governo também incentiva a população ao uso de bicicletas e do transporte público (trens, ônibus,balsas,etc), que lá é bem desenvolvido, o que diminui a poluição vinda dos carros.
A Suécia é dividida em três grandes partes, a Götaland, ao sul, englobando a cidade de Gotemburgo, a Svealand, na parte central, que engloba Estocolmo e Norrland, que fica ao norte. Cada uma dessas três partes é subdividida em regiões menores chamadas landskaps. Os landskaps não têm mais significado administrativo, sendo apenas um termo histórico. Atualmente, os landstings são os equivalentes ao landskaps mas com significado administrativo aproximado dos antigos landskaps.
A Suécia está dividida em 21 condados (län, em sueco), que são os seguintes (a letra denota posição no mapa):
A economia da Suécia é uma das que mais se destacam na Europa. Após um período de recessão, aumento do desemprego e altas taxas de inflação no começo da década de 1990 a Suécia foi capaz de atingir o crescimento sustentável através de ajustes fiscais e dinamização da economia.
Avanços tecnológicos e uma força de trabalho educada resultaram em um aumento substancial de produtividade na Suécia. O eixo principal da economia sueca deslocou-se da agricultura e indústria para o setor de serviços, com destaque para Telecomunicações e a tecnologia da informação (TI). Isto permitiu ao país uma redução da vulnerabilidade econômica em face das flutuações dos preços de commodities.
A cultura da Suécia do século XX destaca-se pelos trabalhos de atores como Greta Garbo, Ingrid Bergman, Dolph Lundgren e Anita Ekberg. A música sueca é, em muitas mentes, conectada ao ABBA, ao Roxette e ao Europe, apesar do país ser uma autêntica fábrica de Heavy Metal e vertentes, e do chamado Indie Rock/Indie Pop. Soundtrack of Our Lives, Therion, The Hives, Mando Diao, The Ark, International Noise Conspiracy, Backyard Babies, Hellacopters, Millencolin, Clawfinger, The Cardigans, Soilwork, Hammerfall, In Flames, Dark Tranquillity, Arch Enemy, Bestial Mockery, Marduk, At The Gates, Hypocrisy, Dark Funeral, Watain, Dissection, Yngwie Malmsteen, Candlemass, The Hives, Entombed, Håkan Hellström, Dismember, Hellfueled, Amon Amarth, Setherial, Crashdïet, Bathory, Katatonia, Lord Belial, Opeth. São exemplos entre outras bandas suecas bem sucedidas. No pop destacam-se Marie Fredriksson e Per Gessle (do Roxette), Peter Jöback e Carola. No jazz vocal o grande nome é a cantora Monica Zetterlund. A literatura da Suécia é também vibrante e ativa, sendo a Suécia o terceiro país com maior número de vencedores de Prêmio Nobel na literatura. Na área esportiva, destacam-se os tenistas Björn Borg e Stefan Edberg, os futebolistas Henrik Larsson e Zlatan Ibrahimović, a esquiadora Anja Paerson, a golfista Annika Sörenstam e o halterofilista Magnus Samuelsson.
Fonte: CIA Factbook, Wikipedia
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